
Blog do Breno - Olá amigos aurinegros, sejam muito bem-vindos a mais uma coluna. Espaço esse para falar do nosso querido BVB. Aqui, todas as opiniões são válidas. Também esperamos respeito ao próximo, sem xingamentos e ofensas. Concordar ou discorda é o que engrandece o debate. Agora, sem mais delongas, o tema da semana é: O BVB é um reflexo do técnico
Por mais cedo que esteja, os blocos da tabela da bundesliga vão se formar ao longo da temporada. Hoje, o BVB está em terceiro, com 12 pontos. Em 5 jogos até aqui foram 4 vitórias e uma derrota. A equipe está onde se imaginava, perto dos líderes para poder brigar pelo título, e tentar quebrar o domínio do Bayern.
Esperei um pouco para analisar o time, mas não era preciso esperar muito. Tentei analisar com calma o que vem acontecendo com o time dentro de campo e ver se existe alguma evolução.
Para mim, a equipe do BVB é uma bagunça, dá para perceber que não existe evolução. Parece que o time está sempre se encontrando pela primeira vez para jogar. O jogo em si não flui, não rende. Só estamos em terceiro porque é o BVB, é a camisa, e porque os jogadores são melhores tecnicamente falando do que os demais.
Como já venho falando, existe um grande desiquilíbrio no elenco. Na sua formação tática. As linhas, principalmente contra a Lazio estavam muito espaçadas, os italianos entravam como queriam na defesa. Isso é um sinal claro da desordem, que vem lá do banco. E o Favre ao longo da jornada vem “matando” os jogadores.
Por falta de planejamento, em especial a defesa, ele vai pondo improvisação da improvisação. Jude ainda não pode ser titular, ele ainda carece de pegar uma “casca”, foi engolido pelos italianos. Também não está na sua função de origem. Favre faz escalações que não rendem o potencial dos jogadores, e isto é o mais obvio.
Dentro de campo o time não consegue jogar, tem várias dificuldades. É um time que toca, toca, toca, faz a bola rodar, mas não consegue furar o bloqueio. É um time mecânico, onde poucos fazem algo distinto para mudar. Eles levam para o jogo o que treinam, não parecem ter na “manga” outras situações para mudar o destino do jogo. É um time sonolento igual o treinador.
Por Breno Benedito
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