
Blog do Breno - Olá amigos aurinegros, sejam muito bem-vindo a mais uma coluna. Espaço esse para para falar sobre o nosso querido BVB. aqui, presevarmos o bom ambiente, sendo assim, pedimos que não xingue, pois a discordância faz parte para um bom debate enriquecedor. Agora, sem mais delongas vamos ao tema da semana: A Liga dos Campeões vai começar.
Irei analisar os 3 times que estão no grupo do BVB. Mas antes de falar sobre os oponentes, quero comentar sobre a competição, que nos remete algumas lembranças, como o título de 1997. Que timaço, e que passeio naquela final. Ou também dos momentos marcantes, como aquela goleada em cima do Real Madrid, ou o gol de Santana contra o Málaga.
Também não podemos deixar daquele time que chegou na final 12/13. Talvez tenha sido o último grande time auri-negro. Claro, não podemos supor que, se Mário Götze tivesse jogado, se não tivesse vazado a sua ida, talvez, nós tívessemos alguma chance a mais, tanto que chegamos a estar 1 a 1. Não faltou empenho e nem vontade. Éramos um grande time.
Passado a nostalgia, agora vamos, infelizmente, falar do presente e futuro. Nessa temporada caímos no grupo F. Além do BVB, está também a Lazio, o Brugge e o Zenit. Para mim, não é grupo da morte, mas está bem equilibrado. Mas se Favre fazer o básico e o simples, podemos passar sem problemas.
Pela ordem alfabética, o primeiro time é o Brugge. O time belga aposta num time leve, de meninos para conseguir almejar alguma coisa. Ketelarre, é a grande aposta da nova geração. Aos 19 anos tem talento e conduz o meio de campo. Também aposta em jogadores africanos como Krépim Diatta, de 21 e o nigeriano Emmanuel Denis de 22. Conta com a experiência do colombiano Balanta de 27 anos.
O confronto que deve ser o mais complicado é a Lazio. É um time que tem um elenco mais cascudo, com jogadores mais experientes. Lucas Leiva (33), Joaquim Correia (26). Tem a seguraça do goleiro Thomas Strakosha. Vamos ter um encontro muito especial com Ciro Immbille.
Por fim, o Zenit. O time aposta em jogadores sul-americanos e que alguns não tiveram grande sucesso nas principais ligas, como o caso de Malcon, ex-Barcelona, que foi para tentar suprir Neymar, mas foi mais um que não deu certo. Tem o argentino Driussi, e o colombiano Barros, ex-Boca.
Por Breno Benedito
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