Reprodução BVB TVEm meio a especulações sobre uma possível cláusula de rescisão em seu contrato, Niko Kovac se defende contra os rumores. Apesar de suas declarações enfáticas, seu futuro no Borussia Dortmund permanece incerto.
Niko Kovac rejeitou categoricamente os rumores sobre uma suposta cláusula de rescisão em seu contrato com o BVB. Em entrevista à emissora ZDF, o treinador foi direto: "Vocês especulam muito. Talvez eu devesse mostrar o contrato para vocês. Não há nada disso escrito lá." Estas declarações surgem após reportagens indicando que o Dortmund poderia acionar uma "cláusula de demissão" no verão, caso o clube não conseguisse classificação para a Champions League.
Os rumores foram inicialmente publicados pela revista Sport Bild, que afirmou que o BVB teria garantido uma cláusula no contrato do croata permitindo ao clube dispensá-lo no verão, independentemente da duração do vínculo até 2026. Kovac, no entanto, negou veementemente essas afirmações: "Não existe cláusula alguma e, além disso, não há opção unilateral para o BVB me demitir", declarou o treinador.
O canal Sky também abordou o tema detalhadamente. Segundo a emissora, uma rescisão antecipada custaria ao BVB aproximadamente 3 milhões de euros. Contudo, isso se refere a uma regulamentação de indenização comum em contratos de executivos. De acordo com essa informação, Kovac receberia 50% de seu salário base como indenização caso fosse demitido sem perspectiva esportiva e com o não-alcance da Champions League. Portanto, segundo o Sky, não existe uma "cláusula" no sentido tradicional que permitiria ao BVB demitir rapidamente o treinador.
A situação esportiva do Borussia Dortmund segue preocupante. Após um histórico decepcionante de quatro derrotas nas últimas seis partidas da Bundesliga, os aurinegros ocupam apenas a região intermediária da tabela e estão a sete pontos de distância de uma vaga na Champions League.
Apesar dessas incertezas, Niko Kovac demonstra confiança e tranquilidade: "Ainda tenho contrato por um ano e meio", enfatizou o croata. No entanto, mesmo com a segurança demonstrada pelo treinador, permanece a dúvida sobre até quando os dirigentes do BVB manterão sua confiança nele diante da atual crise esportiva. Nesse contexto, os cargos do diretor esportivo Sebastian Kehl e de outros dirigentes também podem estar em risco, caso o Dortmund não consiga classificação para competições europeias.
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