Por Breno Benedito

Blog da Muralha Amarela - Olá amigos auri-negros, sejam muito bem-vindos a mais uma coluna. Espaço esse para falar do nosso querido BVB. Aqui, todas as opiniões são válidas. Também esperamos respeito ao próximo, sem xingamentos e ofensas. Concordar ou discorda é o que engrandece o debate. Sem mais delongas, o tema da semana é: Rose ainda está perdido?
Primeiramente quero desejar um feliz ano novo, a coluna estava em recesso, até para pairar a ideias, e também somos filhos de deus né? Quero agradecer a todos que comentaram no ano de 2021, seja concordando ou não, pois é uma democracia, e, portanto, a discussão fazer parte e é necessário. Espero vocês aqui em 2022 para que mais uma vez tenhamos muito sucesso.
Agora é falar da estreia do nosso BVB em 2022. Claro que a vitória foi importante, até porque o time vermelho lá perdeu, e assim baixou um pouco. Mesmo voltando a figurar na segunda colocação, que parece ser a mentalidade dos dirigentes, mas que o time continua tomando muitos gols, e novamente já em 2022 já são 2 gols em um jogo.
Mas mesmo com a vitória, algo me incomoda nesse primeiro ano de Rose. Parece que ele está perdido. Ele não está conseguindo encaixar o time, e com isso, algumas peças também ficaram deslocadas dentro de campo. Um desses casos é o holandês Malen. Rose quer enfiar o jogador a qualquer custo, e assim vai queimando o jogador.
Talvez não que está fazendo de proposito, até porque talvez não seja o perfil dele, e foi uma contratação em conjunta. Ao que parece ele está forçando uma situação, e aí ao invés de ajudar tá atrapalhando o desenvolvimento do camisa 21. Talvez o peso do valor esteja fazendo Rose a colocar e sacrificar o jogador de 22 anos.
É a primeira temporada deles – tanto Malen e Rose -, e assim existe uma adaptação, principalmente do holandês. Mas Rose também está perdido em suas ideias, parece que não quer dar o braço a torcer, e mantem um estilo de jogo ao que parece não está fazendo o time evoluir dentro das quatro linhas.
Talvez seja hora de recuar um pouco, dar um passo para trás. Se recolocar com um time. mesmo ficando na segunda colocação, os jogadores cada vez que entram em campo parecem jogar pela primeira vez, e as vitórias vem mais em função deles do que da tática.
Por Breno Benedito
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