
Blog do Cícero - Mais um ano vai chegando ao fim, com 2017 nos seus últimos dias, podemos fazer uma análise de tudo que passou e do que podemos esperar de 2018 para o nosso BVB.
O ano de 2017 começou com muita expectativa, pois apesar dos altos e baixos na Bundesliga, o Borussia estava razoavelmente bem em todas as competições que disputava, inclusive classificado na Champions League e Pokal. Apesar disso, ficamos pelo caminho na competição europeia, e com um terceiro lugar no campeonato alemão. Mas, não ficamos sem títulos, conquistamos a Copa da Alemanha, que embora dos campeonatos disputados, era o menor, veio com uma vitória emocionante na semifinal perante o Bayern, em Munique. Taça em Dortmund, que poucos dias após a conquista em Berlim, recebeu a notícia que esse tinha sido o derradeiro jogo de Thomas Tuchel como técnico do gigante aurinegro. Um mal relacionamento com a diretoria fez com que o promissor técnico alemão fosse embora bem mais cedo do que se esperava.
Temporada 2016/2017 finalizada, temos o inicio da atual, que começou de técnico novo, o holandês Peter Bosz. Com início de campanha conturbado, o Dortmund perdeu logo um de seus mais decisivos jogadores: Ousmane Dembélé. Sem o jovem francês, o time pouco fez na pré temporada e ali já dava sinais do que viria pela frente sobre o comando de Bosz. De um começo de Bundesliga animador á jogos patéticos, o ex técnico do Ajax afundou o time em uma crise que a muito tempo não se via. Como consequência acabou dando lugar a nosso atual comandante Peter Stöger, que apesar da recente eliminação para o Bayern, fez o time voltar a uma sequencia de vitorias na Bundesliga.
O ano de 2017 foi agitado e envolto em polêmicas como as brigas internas entre Tuchel e diretoria, e a falta de profissionalismo de Dembélé ao forçar sua saída do clube, sem falar no triste episodio de atentado ao ônibus durante a Champions. Tudo isso transformou mais uma vez nossa fé em títulos, em grandes frustações. Com um comando técnico novo e a esperança de que a diretoria tenha aprendido com seus recentes erros, ficamos a espera que 2018 seja o início de uma mentalidade vencedora, por conquistas grandes, para que possamos enxergar os chamados "grandes europeus" como clubes que podemos superar e não como clubes inalcançáveis.
Por Cícero Gomes /
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