Texto por Colaborador: Redação 12/03/2026 - 01:00

Pouco mais de um ano à frente do Borussia Dortmund, Niko Kovac vê o clube fora da disputa por títulos em todas as frentes. Mesmo assim, sua posição está longe de ser ameaçada — e há razões concretas para isso.

O portal Sport.de define a temporada do BVB como "forte, mas longe de ser excepcional". As eliminações precoces nas duas copas são vistas como uma decepção real, especialmente a goleada por 4 a 1 sofrida diante da Atalanta Bergamo, que analistas descreveram como "desoladora" e "assustadora". Kovac carrega a principal responsabilidade por esses resultados.

Por outro lado, o mesmo vale para os acertos na Bundesliga. O BVB reconquistou o posto de segundo maior clube do futebol alemão após três anos de jejum. Em 25 rodadas, o time acumulou apenas duas derrotas — ambas contra o Bayern de Munique. O desempenho é descrito como "extremamente consistente": 16 vitórias e 7 empates nos demais jogos. Para o Sport.de, essa solidez representa um desenvolvimento "sustentável", o que fala muito a favor de Kovac.

Outro fator que protege o treinador é sua relação com Lars Ricken. A Sport Bild descreve o prestígio de Kovac junto ao diretor executivo como altíssimo, enquanto o Kicker chama Ricken de seu "aliado mais importante" no clube. Foi justamente Ricken quem, no início de 2025, impulsionou a escolha de Kovac para suceder Nuri Sahin — decisão que não contou com o mesmo entusiasmo dos demais membros da diretoria.

Como o contrato de Ricken com o BVB vai até 2027, o Sport.de conclui que Kovac pode dormir tranquilo: seu emprego não corre nenhum risco, independentemente das eliminações sofridas.





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