Reprodução BVB TVÉ fácil esquecer que Fabio Silva tem apenas 23 anos quando se conversa com o jogador do Borussia. Não é surpresa: nos últimos cinco anos, o português viveu em sete países diferentes e jogou em ainda mais equipes. Outras culturas, idiomas e sistemas de jogo não são problema para o atacante. Por isso, Silva parece tranquilo e maduro na entrevista para a BVB-TV durante a concentração – mesmo ao falar sobre o início difícil de amarelo e preto.
Entre o último jogo de 2025 e o início da concentração em Marbella, os profissionais do BVB tiveram 13 dias livres de treinos. Fabio Silva, no entanto, não ficou parado por tanto tempo. "Depois de dois ou três dias, seu corpo quer fazer algo de novo – isso é importante como profissional, você não pode ficar dez dias sem fazer nada", explica o atacante, que passou o Natal ao lado de família e amigos. Exatamente isso, segundo ele, é "o mais importante, para depois voltar com energia total."
Silva não retornou aos colegas do BVB apenas com energia renovada, mas também com uma nova tatuagem. "Fiz minha primeira tatuagem aos 17 anos – naquela época eu queria só aquela e pensei que estava pronto", conta Silva sorrindo – hoje seu corpo está coberto de tatuagens. "Cada uma tem relação com um período específico da minha vida. Gosto de ver as tatuagens no meu corpo e saber imediatamente quando e por que as fiz."
Motivos para tatuagens não faltaram para Silva – com apenas 23 anos, a Alemanha já é a sétima parada em sua carreira profissional. Mas o futebol alemão não era novidade para o português, e ele deve isso principalmente ao pai. "A Bundesliga é a liga favorita do meu pai, assistimos muitos jogos." Assim, Fabio Silva naturalmente já conhecia o BVB e o SIGNAL IDUNA PARK – e sonhava em jogar lá. Mas essa não era sua única conexão com a Alemanha: Tiago Tomas do VfB Stuttgart e Xavi Simons (que jogou no Leipzig de 2023 a 2025) estão entre seus amigos mais próximos.
Apesar de toda a afinidade, o começo de amarelo e preto não foi fácil para Silva. "Um novo país, uma nova cultura, clima ou comida diferente não são mais problema para mim." O que tornou a situação no verão passado um pouco diferente e mais complicada foi, naturalmente, sua lesão. "Nem eu nem o clube imaginamos assim." Mas Silva sabia como lidar com a situação. "Tive ajuda de pessoas no clube e fora dele. Sei como devo cuidar do meu corpo – se não estou em forma, não posso dar 100% em campo." Silva agradece ao BVB por ter confiado nele durante esse período – e retribuiu essa confiança. "Agora estou na minha melhor forma. Acho que as pessoas podem ver isso quando estou em campo."
O início difícil de amarelo e preto não abalou o português. "Sempre há altos e baixos, você precisa lidar com eles." Fabio Silva sabe que precisa aproveitar os bons momentos e que as fases ruins também passam: "Sempre tento me concentrar no que são minhas forças e qualidades."
Os torcedores do BVB podem ver isso em campo semana após semana: o atacante já marcou um gol e deu quatro assistências. Além de seus colegas mais próximos Yan Couto, Aaron Anselmino, Carney Chukwuemeka e Julian Brandt, os torcedores de Dortmund foram fundamentais para ajudar Silva. "Às vezes, quando você não tem confiança em campo, mas sente os torcedores atrás de você, isso te dá muita confiança."
Silva não deixa que influências externas tirem essa autoconfiança – embora pertença a uma geração que cresceu com as redes sociais. "Não leio comentários, isso não é bom para jogadores de futebol. Em alguns dias você é o melhor, em outros não mais." Essas reações são normais, segundo o jogador do Borussia: "O futebol vive do momento. Por isso, simplesmente tento ser a melhor versão de mim mesmo todos os dias. Sempre dou 100%, todos podem ver isso."
Para 2026, Silva deseja apenas uma coisa: "Saúde para minha família, meus amigos, minha equipe e para mim." O jogador do Borussia também não quer esquecer de aproveitar o momento: "Antes eu me concentrava demais no futuro e não vivia no aqui e agora. Se eu fizer a coisa certa no presente, treinar bem e ouvir o treinador, então fica mais fácil em campo depois. Para mim funciona melhor assim." Mas, explica o atacante, "ainda tenho uma longa jornada pela frente e os torcedores podem esperar muitas coisas boas de mim." Os torcedores de amarelo e preto podem se animar – afinal, Fabio Silva tem apenas 23 anos.
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