
RICARDO GONÇALVES - Fala galera auri-negra, antes de mais nada, meu nome é Ricardo Gonçalves, cearense sim senhor e apaixonado pelo BVB, sou um dos novos colunistas aqui do site. Espero dentro de minha coluna construir, juntamente com a participação de todos, um espaço para dialogar e discutir sobre nosso clube.
Seguindo a linha de apresentações, vou começar contando minha curiosa história de como comecei a torcer pelo Borussia Dortmund. Falar que tudo começou através do Bayern não é um grande mérito, mas infelizmente é a verdade. O ano era 2011, cada vez mais fanático pelo futebol europeu, voltava meus olhos com maior interesse para a Alemanha, pelo fato de ter uma promissora geração que já despontava, mas de ainda possuir um campeonato não tão difundido de popularidade aqui no nosso país.
Muito embora já conhecesse a grande maioria dos times da Bundesliga, não tinha nenhum preferido, mas de uma coisa eu tinha certeza: sempre detestei o Bayern Munich. Talvez pelo grande poderio econômico exercido localmente sobre os demais, ou pela grande mídia sempre o tratar diferenciadamente, ou até mesmo pela imagem imponente de gigante europeu, o fato é que o time de Munique sempre teve a minha antipatia.
Em busca de um time para torcer, o qual fosse capaz de fazer frente ao referido rival, imaginem quem surgiu como resposta à época? Não poderia ser diferente! Vindo já da conquista do Campeonato Alemão 2010-11, o Dortmund continuava evoluindo e progredindo com seu belo futebol. Me chamava atenção a capacidade de fazer gols daquele time, com destaque para uma dupla um tanto quanto inusitada para mim, um certo polaco, ainda jovem e muito promissor e um japonês muito bom de bola. (Ao todo foram 45 gols de Lewandowski e Kagawa ao longo da temporada). Além de vários “coadjuvantes’ esforçados e de muita qualidade, como Ivan Perišić, Jakub Błaszczykowski e Kevin Großkreutz.
Somando tudo isso as belas cores auri-negras, sua linda camisa (saudades Kappa), a incrível história do time, a qual passei a pesquisar, junto com o Westfalenstadion e sua capacidade (não falo aqui do número de seus lugares) e acima de tudo da inigualável muralha amarela, o caminho já era inevitável e o sentimento já era irreversível, eu não escolhi o Borussia Dortmund, ele me escolheu.
Saborear o título da DFB-Pokal com uma goleada na final contra o Bayern por 5 a 2 foi a cereja do bolo de uma temporada incrível, que marcou o início de um amor, que mesmo começando com a motivação errada, não poderia ter dado mais certo, não poderia ser mais bonito...
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