Reprodução BVB TVApós sua estreia pelo Borussia Dortmund, Jobe Bellingham conversou com a DAZN em Fort Lauderdale sobre sua chegada ao clube alemão. O meio-campista revelou detalhes sobre sua adaptação, explicou por que carrega o primeiro nome na camisa e contou sobre a decisão de seguir os passos do irmão.
Adaptação ao BVB surpreende positivamente
"Tem sido realmente bom. Conheci os companheiros e assinei antes mesmo de viajar para cá. Por isso sinto que estou me entrosando muito bem com o grupo", revelou Jobe sobre seus primeiros dias no clube.
O jovem inglês destacou o apoio recebido dos veteranos: "Pascal me ajudou muito em campo. É incrível aprender com ele e fazer perguntas, considerando toda sua experiência no mais alto nível. Jamie, Carney, Gio - os ingleses com quem inicialmente passei mais tempo. Agora converso com muito mais jogadores e ando bastante com o Felix. Há uma mistura fantástica entre jovens e experientes, e estou curtindo muito. Os caras cuidam bem de mim."
Estreia nos EUA traz sensações diferentes
O calor e umidade americanos representaram o primeiro desafio: "É complicado - principalmente a umidade e o calor. Completamente diferente de tudo que vivi em Sunderland ou Dortmund. É algo novo, mas é um torneio único, então temos que enfrentar essas situações. Acho que nos saímos bem até agora."
Sobre sua estreia contra o Fluminense, Jobe foi sincero: "Pareceu meio surreal e, para ser honesto, estranho. Por quê? Bem, porque foi nos Estados Unidos - simplesmente uma sensação totalmente diferente. Mas definitivamente foi um momento legal. Um estádio onde nunca havia jogado ou estado antes. Foi realmente massa. E me senti bastante confortável em campo - então sim, estou satisfeito."
Versatilidade no meio-campo é sua marca
Quando questionado sobre sua posição preferida, o jogador demonstrou flexibilidade: "Me sinto mais à vontade no centro do campo, onde tudo acontece ao meu redor. Posso me mover em diferentes direções e não fico preso à linha lateral. Talvez como um jogador 'box-to-box' num sistema de dupla marcação - sim, isso define bem. Gosto de estar em todos os lugares. Mas também gosto de jogar como meia-atacante, segundo volante ou volante. Cada uma dessas posições é interessante. O importante é ter muito o que fazer - é isso que me agrada. Onde quer que o treinador precise de mim, está bom para mim."
Inspirações no futebol mundial
Jobe revelou suas principais referências: "Fico sempre observando meio-campistas. Também documentários. Vi a doku do Gerrard tantas vezes. Também Maradona - seu documentário é fantástico, mas não consigo aprender muito com ele porque era simplesmente bom demais. Patrick Vieira também assisto frequentemente. Sempre pensei que ele fosse mais defensivo, mas na verdade conseguia fazer tudo. Gerrard é outro que sempre observo. E muitos outros meio-campistas."
Sunderland: experiência fundamental
A passagem pelo clube inglês foi decisiva: "Foi uma experiência gigantesca. Recomendaria para qualquer jogador jovem. É um clube grande com torcedores apaixonados - um dos maiores da Inglaterra. Joguei em diferentes posições lá, vivi grandes jogos - foi enorme para meu desenvolvimento. Principalmente ter responsabilidade de liderança numa idade jovem. Isso me ajuda agora no Dortmund, onde você precisa dessas características."
Birmingham ensinou resistência
"No Birmingham fiz muitos jogos difíceis, frequentemente não éramos a melhor equipe. Aí você aprende resistência. Falha muito, mas aprende com isso. Sempre reflito, revejo tudo novamente. E tenho pessoas ao meu redor que me apoiam. Esse é um dos principais motivos pelos quais vim para Dortmund - porque sinto que as pessoas aqui realmente se preocupam com meu desenvolvimento. E eles têm a expertise, isso se vê em muitos jogadores que desenvolveram."
A decisão pelo BVB: superando preconceitos
A escolha mais importante de sua carreira trouxe reflexões profundas: "Pode soar contraditório, mas fiquei muito tempo com preconceito em relação ao Dortmund - justamente porque o Jude jogou aqui. Queria seguir meu próprio caminho, tinha medos. Mas conversei com Hans-Joachim Watzke e Janni - eles foram à Inglaterra depois da final dos playoffs. E a frase do Hans-Joachim Watzke foi decisiva: 'Não se trata de ser diferente. Trata-se de fazer o certo.' E para mim, isso era Dortmund. Não foi uma decisão por comodidade - foi a correta. Teria sido um erro não assinar só porque meu irmão estava aqui. "Você tem que seguir seu coração" - e foi o que fiz.
"Jobe" no uniforme: identidade própria
A decisão de usar o primeiro nome tem história: "Quando assinei com o Sunderland, foi sugerido por alguém, um treinador especial que tive lá e antes no Birmingham. Eu ainda era jovem e achei legal ter meu próprio nome nas costas. Não tinha um significado mais profundo - mas se tornou algo único. Mostra que sigo meu próprio caminho. Alguns podem não gostar - não me importo. Você não pode seguir seu objetivo e ao mesmo tempo ouvir todo mundo. Só ouço pessoas que entendem do assunto - não críticos da internet que simplesmente falam qualquer coisa. Tento apenas melhorar a cada dia. E meu nome na camisa faz parte disso."
Vida além do futebol
Para descontrair, Jobe mantém a simplicidade: "Jogar FIFA? Ver YouTube? Não, mas falando sério - eu também tinha uma vida antes do futebol. Sou uma pessoa, um garoto. Brincava com meu irmão, tive uma vida feliz. E isso não muda sendo jogador profissional. É importante viver o momento - mesmo que nem sempre consiga fazer isso bem. Mas estou melhorando nisso."
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