Reprodução BVB TVA tarde não foi nada agradável para o Borussia Dortmund. Além do resultado negativo diante da TSG Hoffenheim, a preocupação com o estado físico de Niklas Süle pairou sobre todos. Após o apito final, Lars Ricken, Niko Kovac e Daniel Svensson falaram sobre o que aconteceu em campo.
Na zona mista, Lars Ricken foi direto: "Não foi uma tarde nada bonita. Por um lado, estamos apreensivos com o Niki Süle. Além disso, perdemos um jogo por dois gols de pênalti, e digo com muita generosidade que eles eram justificados pelo regulamento. O árbitro, aliás, não apitou de imediato. Todo mundo no estádio viu o que aconteceu. Quem não estava lá diz que tinha que sair [do campo]. Mas temos os nossos próprios problemas e estamos de acordo: não precisamos apontar o dedo para o árbitro. Poderíamos ter mostrado mais coragem desde o início. O Hoffenheim jogou com muito mais intensidade no começo, mesmo sem criar chances claras de gol. Quando você é preciso, técnico e seguro na posse de bola, as chances aparecem — mas nós fizemos isso de menos. No segundo tempo fomos dominantes, empurramos o adversário para trás, mas não o pressionamos o suficiente para criar oportunidades reais de gol."
Também na zona mista, o jogador Daniel Svensson não escondeu a frustração: "Mais uma derrota amarga. É claro que é difícil perder por dois pênaltis. Mas também não foi nossa melhor atuação — não jogamos como deveríamos. E quando é assim, fica muito difícil vencer contra adversários fortes. Precisamos jogar com mais intensidade e nos movimentar mais. Quando fazemos isso, somos realmente bons e nos tornamos um adversário muito difícil de bater. Temos que fazer isso durante o jogo inteiro — e não apenas por uma etapa ou 30 minutos."
Na coletiva de imprensa, o técnico Niko Kovac também não poupou a autocrítica. Para ele, o primeiro tempo foi claramente abaixo do esperado: "No primeiro tempo, vimos uma clara dominância do Hoffenheim. Nós simplesmente não estávamos em campo. Cometemos muitas perdas de bola fáceis, criamos muito pouco em termos ofensivos e ainda saímos em desvantagem após um pênalti. Foi marcado, então eu aceito. O braço estava afastado do corpo. Como isso aconteceu, provavelmente não é o mais importante agora. No segundo tempo, fomos muito melhores. Fizemos a bola circular com mais qualidade, nos movimentamos melhor e empurramos o adversário para trás. Mesmo assim, além do gol e de uma meia chance, não conseguimos criar situações realmente perigosas. E com o segundo pênalti, você perde. É uma pena, mas não é imerecido."
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