Reprodução BVB TVKarim Adeyemi já sabe como é disputar competições nos Estados Unidos. O atacante de 23 anos vivenciou a experiência há poucas semanas durante a reformulada Copa do Mundo de Clubes, quando o Borussia Dortmund percorreu a costa leste americana até ser eliminado pelo Real Madrid nas quartas de final, em Nova York.
Embora o torneio não tenha tido o mesmo peso que a competição entre seleções, serviu como prévia da Copa do Mundo do próximo verão, que acontecerá no mesmo local.
"É um sonho de infância jogar lá e, no cenário ideal, ajudar a seleção", declarou Adeyemi durante coletiva da seleção alemã em Herzogenaurach. O jogador já participou do desastre alemão no Qatar em 2022, mas ficou no banco durante toda a competição.
Os obstáculos para chegar à Copa
Para embarcar rumo aos Estados Unidos no próximo ano, Adeyemi precisa superar dois desafios. Primeiro, o técnico Julian Nagelsmann deixou claro que seus candidatos à Copa precisam ter minutagem regular em seus clubes. Atualmente, o atacante disputa posição com Maximilian Beier, de 22 anos, também no radar da seleção nacional.
"Não me pressiono especialmente. Sei do que sou capaz e tento demonstrar isso em campo", afirma Adeyemi.
O segundo desafio é manter o bom desempenho nas duas primeiras partidas das eliminatórias da Copa do Mundo: quinta-feira contra a Eslováquia em Bratislava e três dias depois contra a Irlanda do Norte em Colônia. O objetivo é repetir a atuação sólida demonstrada no torneio final da Nations League em junho.
Papel na seleção e futuro no BVB
"Recebemos uma orientação do treinador: jogar de forma dominante", explica Adeyemi, que deve contribuir saindo do banco como especialista em contra-ataques. "Para uma nação grande como a nossa, é fácil dizer que estaremos na Copa do Mundo. Temos alguns jogos pela frente que precisamos vencer primeiro. Mas estamos preparados para essa missão."
Adeyemi já se considera um veterano na seleção alemã e quer assumir responsabilidades de liderança. "Aqui jogam os melhores alemães, então você precisa se provar e conquistar respeito. Esse respeito vem aos poucos. Estou confiante, os dois últimos jogos pela seleção foram muito positivos para mim. Valorizo muito o treinador e ele também reconhece minhas habilidades."
Sobre seu contrato com o BVB, que vai até 2027, Adeyemi mantém o mistério: "Se há conversas sobre renovação, vocês sabem melhor do que eu. Por isso vamos ver o que surge nas próximas semanas e meses. Agora o foco está na seleção."
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