Texto por Colaborador: 21/05/2018 -

Blog do Breno - Olá amigos aurinegro. Sejam muito bem-vindo a mais uma coluna. Hoje o tema é Mario Götze. Herói da última Copa do Mundo. Se passou mais quatro anos e ele está fora entre os selecionados para mais uma Copa do Mundo. Vou falar um pouco sobre isso: o que aconteceu com o 10 aurinegro nesses últimos anos. Futebol ele tem e muito, mas algo anda errado com Götze. As suas escolhas no passado também podem ter ajudado um pouco nessa decadência aos 25 anos.

Um menino talentoso que foi crescendo aos poucos. E apareceu com a camisa 10 do BVB em 2009. O clube ainda estava com uns resquícios de um tempo de crise. Junto com Lewandowki e entre outros conquistaram o alemão por duas vezes seguidas e levaram o clube a mais uma final de Liga dos Campões. Mais, existe um detalhe. No meio de 2013, Mario acertou sua ida ao rival. Foi uma escolha pessoal.  

E seu futebol não foi o mesmo. Por lá, com a camisa vermelha, ganhou título, porém isso não quer dizer nada. Pois ao mesmo tempo que ganhava, ficava nas sombras de outros jogadores. Ele tem futebol para ser titular em qualquer equipe. Mas, Götze não estava completamente feliz. Porque existe uma grande diferença entre nós aurinegro e eles. É o trato com o ser humano. O BVB, é uma família. E lá, são tratados como mercadoria.

No momento mais difícil de sua vida, quem o abraçou. Nós. O time de vermelho jogou, não só um jogador embora, mas um ser humano que precisava de ajuda. E acolhemos como fosse um filho que revoltado saiu de casa, mas no fim, o filho voltou querendo amparo. Demos assistência para recuperar o seu bom futebol. Ninguém desaprende a jogar, as pessoas passam por um mal momento.

Não foi surpresa que Mario não foi a Copa do Mundo. O seu desempenho caiu, hoje ele é um reserva de luxo para o BVB. Porém, ele pode mais e sabe disso. O grande problema parece ser o seu psicológico.  As suas lesões e um problema metabólico o deixou “preso”, sem a confiança para jogar.

Entender e abraçar devem ser o lema para recuperar a sua autoestima. Querer mais, é vital do ser humano, somos ambiciosos e quem negar é hipócrita. Mas no momento que se precisa, a família também está aqui. O BVB é uma família, e não trata aqueles que vestem a camsa auri-negra como pessoas descartáveis. Abraçamos. E no momento que mais precisou ele retornou.

Indo ou não indo, Götze já colocou o seu nome na história de heróis em seus pais. Uma Copa a mais ou menos, não vai fazer diferença. O que vai fazer a diferença é a volta por cima, talento e futebol ele tem. Agora não é mais isso o mais importante. O que mais se precisa fortalecer a mente. Se conseguir voltar será o grande título, tão importante quanto um gol em final de Copa.  

Por: Breno Benedito

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