BLOG BORUSSE - Hallo, Borusse! Um dos tópicos mais discutidos nas últimas partidas diz respeito ao nosso técnico, Thomas Tuchel. Contratado após a saída do ícone aurinegro Jurgen Klopp, Tuchel conseguiu uma performance impressionante na Bundesliga 15/16, acumulando um total de pontos que teria sido o suficiente para ganhar o título em diversas temporadas anteriores. Temos que admitir, o cara é bom!

Porém, “bom” não é o suficiente para desbancar uma das maiores potências do futebol mundial e nosso rival direto na disputa de qualquer título: o Bayern de Munique. Para vencermos títulos, temos que dar um passo a mais, temos que ser excelentes! “Bom” ganha vice campeonato. “Bom” é aquele time que vai ser sempre zebra, nunca um dos favoritos.

Tuchel é uma das peças mais importantes para que o Borussia consiga ultrapassar rapidamente essa barreira do “bom” para o excelente. Vejo que hoje ele tem dois pontos fracos que, quando melhorados, podem elevar ainda mais o status do BVB. O primeiro é não admitir que o time que ele escalou não está rendendo nada.

A demora pra fazer substituições ou variações táticas implica num jogo sonolento e irritante. Nossas duas derrotas na liga foram desse jeito, não chutamos a gol, não criamos nada, jogadores cansados física e (principalmente) psicologicamente. Pra mim, se for pra cair, tem que cair atirando! Tem que tentar mudar o jogo! Não é aceitável ficar olhando seus atletas jogando um futebolzinho meia boca e não fazer nada! O segundo ponto é a montagem do time para jogos grandes. Nesse ponto, já é possível ver uma evolução, ainda que esteja um pouco longe do ideal. A verdade é que começamos da pior forma possível, pois nosso primeiro jogo grande sob o comando de Tuchel foi aquele chocolate de 5x1 na Allianz Arena. Após isso, tivemos outros 3 bons confrontos contra o Bayern, um contra o Liverpool e outro contra o Real. A evolução existe, mas precisamos vencer uma dessas partidas! Não adianta fazer jogo eletrizante e perder/empatar!

A verdade é que o time está evoluindo com Tuchel, porém está faltando aquele algo mais que transforma técnicos “bons” em ídolos. Está faltando alguma tacada genial pra fazer o Borussia Dortmund ser temido.

Como diz o ditado, “de gênio e de louco todo mundo tem um pouco”.

O louco nós já vimos, Thomas.

Agora precisamos do gênio.

HEJA BVB!