BLOG DO BRENO - Bem-vindo meus caros amigos a mais está coluna. Nessa coluna vou falar do zagueiro/lateral, Ginter. Uma promessa que ainda não vingou e talvez seja difícil de evoluir, pois já está com 23 anos. Mesmo sendo ainda novo, está próximo do auge de um jogador que é em torno dos 25, 26 anos. E não vejo isso acontecendo, é uma pena, pois chegou aqui como promessa, mas não por culpa e exclusivia dele acabou não vingando, e sim, de vários fatores. Mas vamos lá.

Ginter chegou ao Borussia, em 2014, com apenas 20 anos, exatamente como uma promessa, por fazer boas temporadas com a camisa do Freiburg. Sendo assim, em Dortmund ele teria condições de subir ainda mais seu potencial. Tanto que, ele foi convocado para a Copa para ir se acostumando e se preparar para ser um novo zagueiro da seleção e jogando pelo Borussia, isso poderia acontecer com a medida do seu crescimento.

O zagueiro, no seu primeiro ano, teve 22 aparições com a camisa do aurinegra. E não foi mal, fez boas atuações. A expectativa foi crescendo em cima do jogador. Na temporada seguinte entrou em campo quase o dobro de vezes, 40 jogos. Mas, mesmo com tantas aparições acabou ficando uma incógnita, pois muitas vezes jogou como lateral ou zagueiro. Nesta temporada fez os mesmo jogos da última temporada. Mas não conseguiu se firmar.

Mas, Ginter não é o primeiro e nem será o último jogador a vir como promessa e não conseguir se firmar. Muitos casos são assim, por aqui no Brasil, um muito parecido é do zagueiro Lucão, doSão Paulo. Assim como o zagueiro alemão, Lucão também apareceu como uma promessa tricolor, mas suas atuações rende críticas e um linchamento talvez desumano.

Ginter passa por isso, talvez como Lucão não sejam ruins como parecem, mas de fato, não conseguiram se firmar com suas respectivas camisas, pode parecer um texto defendendo o jogador, não isso, não advogado de ninguém, apenas estou fazendo uma análise, mostrando que não podemos criar expectativas grandes.

Uma outra semelhança entre as duas diretorias é a decisão de permanecer com os jogadores, nas janelas de transferências, muitos clubes procuram ambos os jogadores, mas tanto o CEO do BVB e a diretoria do São Paulo não negociam os atletas, medo de perder um grande jogador, e vingar com outra camisa.

O dilema da diretoria é esse, manter o zagueiro e assim persistir e aguardar sua evolução e calar a boca dos seus críticos, ou vender e ver ele estourar com outra camisa. Os anos vão se passando e vemos que o jogador não evolui com a camisa auri-negra. Talvez, é preciso saber que por aqui ele não terá uma vida fácil, por isso, o melhor e liberar e ver o que acontece.